Incêndio. Ameaça agravada. Prisão preventiva. MP. DIAP do Núcleo de Sintra

tribunal sintra

Na sequência de detenção em flagrante delito, o Ministério Público apresentou a primeiro interrogatório judicial um arguido, de 32 anos, indiciado pela prática de um crime de ameaça agravada e de um crime de incêndio.

Os factos ocorreram na manhã de 18 de outubro de 2026, em Queluz.

Encontra-se fortemente indiciado que o arguido se deslocou ao anexo de um prédio e, com uma botija de gás e restos de espuma de uma almofada e plástico, iniciou uma ignição de fogo.

Nesse mesmo instante, chegou o proprietário que o abordou, chamou a policia e começou a apagar o fogo, o que conseguiu. O arguido chegou a ajudar na tarefa, embora fosse dizendo ao ofendido que iria destruir o trabalho que havia realizado no anexo e pelo qual lhe era devido pagamento, ideia que repetiu após a chegada da polícia. Ao ser advertido pelo agente da PSP para cessar a sua conduta, o arguido ameaçou-o de morte.

O interrogatório foi realizado no dia 19 de outubro e, em consonância com o requerido pelo Ministério Público, foi aplicada ao arguido a medida de coação de prisão preventiva.

O inquérito corre termos no DIAP do Núcleo de Sintra, com a coadjuvação da PSP.