Homicídio. Detenção de arma proibida. Primeiro interrogatório judicial. Prisão preventiva. MP. DIAP do Núcleo de Cascais

tribunal cascais

Na sequência de detenção fora de flagrante delito, o Ministério Público apresentou, no dia 30 de novembro, a primeiro interrogatório judicial uma arguida de 47 anos, indiciada pela prática de um crime de homicídio e um crime de detenção de arma proibida.

Existem indícios de que a arguida e a vítima, do sexo masculino, eram toxicodependentes e mantinham, quase diariamente, relações sexuais em troca de droga ou de quantias monetárias para a arguida poder adquirir produto estupefaciente.
Resulta fortemente indiciado que, de 25 para 26 de novembro de 2024,no interior da residência da vítima, esta e a arguida tiveram um desentendimento, tendo a arguida agarrado numa faca de cozinha e desferiu mais de uma dezena de golpes no corpo da vítima, provocando-lhe a morte.

Na sequência do interrogatório judicial, foi aplicada à arguida a medida de coação de prisão preventiva.

O Inquérito corre termos no DIAP do Núcleo de Cascais.