Criminalidade Violenta. Prisão preventiva. MP. DIAP do Núcleo de Sintra
Na sequência de detenção fora de flagrante delito, o Ministério Público apresentou a primeiro interrogatório judicial dois arguido indiciados em coautoria pela prática dos crimes de roubo agravado, sequestro, ofensa à integridade física qualificada, na forma agravada, coação agravada, gravação ilícita e detenção de arma proibida.
Os factos ocorreram na noite de 24 para 25 de abril de 2026, em Algueirão-Mem Martins.
Resultou fortemente indiciado que, num primeiro momento, os arguidos juntamente com um suspeito de identidade desconhecida acederam à residência do ofendido e apropriaram-se de equipamentos informáticos e eletrónicos de valor superior a 1.500 euros.
Mais se indicia que, já no hall do prédio, cruzaram-se com o ofendido, o qual, mediante violentas agressões, foi obrigado a entrar no elevador e a acompanhá-los de regresso à casa, onde, sempre com violência e apontando-lhe uma arma, gravaram um vídeo no qual a vítima lhes pedia desculpa.
Resulta igualmente dos autos que, neste segundo momento, os arguidos ainda de se apropriaram de objetos avaliados em mais de 500 euros.
Realizado o interrogatório judicial, no dia 7 de julho de 2026, foi aplicada aos arguidos a medida de coação de prisão preventiva.
O inquérito corre termos no DIAP do Núcleo de Sintra, com a coadjuvação da Policia Judiciária.