Criminalidade violenta. Prisão preventiva. MP. DIAP do Núcleo de Cascais
Na sequência da detenção fora de flagrante delito, o Ministério Público apresentou a primeiro interrogatório judicial um arguido de 24 anos de idade, indiciada pela prática de dois crimes de roubo agravado, um dos quais na forma tentada, e de dois crimes de sequestro agravado.
Os factos ocorreram na tarde de 16 de janeiro de 2026 e tiveram como vítimas dois jovens de 14 anos.
Em síntese, encontra-se fortemente indiciado que o arguido abordou de forma agressiva as vitimas no Paredão de Cascais e exigiu ver os respetivos telemóveis, tendo mostrado interesse por um dos aparelhos, De seguida, sob ameaça, obrigou os menores a acompanharem-no até a um edifício aparentemente abandonado, onde forçou um dos ofendidos a entregar-lhe o telemóvel que lhe havia interessado.
No decursos destes acontecimentos, o arguido esteve acompanhado por dois outros suspeitos, ainda não identificados, sendo que estes não tiveram grande intervenção nos factos mas cuja presença serviu para assegurar superioridade numérica e, assim, mais facilmente intimidar as vítimas.
Na sequência do interrogatório judicial realizado no dia 19 de fevereiro de 2026 foi aplicada ao arguido a medida de coação de prisão preventiva.
O inquérito corre termos no DIAP do Núcleo de Cascais.