Criminalidade económica. Prisão preventiva. MP. DIAP do Núcleo de Sintra

tribunal sintra

Na sequência da detenção fora de flagrante delito, o Ministério Público apresentou a primeiro interrogatório judicial uma arguida de 26 anos de idade, indiciada pela prática de um crime de falsificação de documento e de um crime de branqueamento, com origem na prática de dois crimes de burla qualificada,

Encontra-se indiciado que a arguida constituiu uma sociedade comercial sem existência corpórea e atividade efetiva, abriu uma conta bancária em nome da empresa, na qual aceitou receber transferências bancárias, de avultadas quantias provenientes de contas bancárias estrangeiras tituladas por lesados de atividades fraudulentas.

Neste contexto, apuradas duas transferências ilícitas para a conta titulada pela sociedade e movimentada exclusivamente pela arguida, as quais perfazem um montante global superior a 640 mil euros.

Na sequência do interrogatório judicial realizado no dia 24 de fevereiro de 2026 foi aplicada à arguida a medida de coação de prisão preventiva.

O inquérito corre termos no DIAP do Núcleo de Sintra e encontra-se em segredo de justiça.